Como prometido chega a segunda parte da "grande reportagem" dos Super Dragões. Porque é importante desmitificar o que são, porque é importante perceber como funcionam, como se organizam, qual a verdadeira dimensão da claque dentro do clube o Blog Mentalita Ultra continua na sua cruzada em defesa de todos os ultras que fazem da sua paixão seguir o seu clube independentemente da distancia e dos resultados.
Na próxima época todos temos que ser um, os da central, das arquibancadas, superiores, todos em sintonia com a equipa e com o treinador. Mais uma vez volto a frisar, podemos ser poucos, mas juntos...SOMOS MUITOS,
Nos SD os partidos políticos mais representados são o PS (22,1%) e o PSD (19,8%), havendo depois dois extremos: Bloco de Esquerda (9,2%) e Partido Nacional Renovador (7,6%). Como lê estes números?
No PS e no PSD, os Super Dragões são um espelho do panorama no país. Os outros dois partidos estão sobre-representados. Aqueles que se identificam com o PNR não são necessariamente skinheads. Mas o discurso nacionalista e xenófobo está presente. No entanto, é inaceitável considerar que as claques são um bando de nazis. Inaceitável e os dados infirmam isso mesmo.
Mas como interpreta a presença elevada, em comparação com o quadro do país, de adeptos de extrema direita?
Dentro desses há distinções a estabelecer. Há nacionalistas e xenófobos e, neste caso, o que está presente é o discurso do perigo da emigração que usurpa o emprego dos portugueses e a perda de identidade em consequência da crescente integração europeia. Os racistas são em muito menor número. São muitíssimos mais os que condenam radicalmente o racismo, assim como a xenofobia. Não esqueçamos que, nos Super Dragões, a percentagem de membros que simpatiza com o BE é superior aos que se identificam com o PNR.
Esses dois extremos convivem pacificamente
Sim. Ao contrário do que certamente alguns esperariam. Esse é mesmo um discurso instituído pelos líderes da claque. Não lhes interessa saber de que partido ou de que religião são os elementos do grupo; o que lhes interessa é que venham apoiar activamente o FC Porto. Nunca vi, em 16 anos, qualquer tipo de incidente deste tipo.
Os actos de vandalismo e violência, antes e depois dos jogos, têm também diminuído, mas ainda existem. Como os interpreta?
Há situações muito concretas, como os roubos nas áreas de serviço. Muitos deles acontecem dentro do contexto específico do grupo. Rouba-se por diversão, rouba-se para se ser integrado, quase para não se ficar mal visto no colectivo. Esses são os pequenos furtos. Existem depois outros, já roubos mais sérios, com ameaça de integridade física e que já envolvem valores elevados. Muita dessa actividade é a reprodução, dentro da claque, de práticas de delinquência quotidiana. Portanto, a claque é um campo social onde se reproduz, sob a ilusão do anonimato, e num contexto mais favorável, a delinquência que já é praticada. Isso acontece também relativamente à violência.
Dentro da marginalidade há ainda o tráfico de droga. Pôde observá-la no interior dos SD?
Não. No seio das claques que investigo nunca vi indícios de tráfico. Isto não significa que alguns membros das claques, eventualmente, no seu quotidiano, não sejam pequenos dealers ou traficantes. Mas não tenho indícios de que dentro das claques ocorra tal actividade. De resto, desde a década de 90, as claques estão debaixo de grande vigilância por parte das Brigada Anti-Crime.
Mas já observou certamente, consumo de droga, nomeadamente de haxixe, no interior dos estádios…
Sim, isso é indesmentível: há quem fume erva e haxixe. Nem eu o pretendo negar. Nem os elementos da claque o negam.
É abusivo considerar as claques “escolas de crime” ou “guarda-chuva de ilegalidades”?
Completamente. A frase “guarda-chuva de ilegalidades” é um princípio generalista que ainda não vi operacionalizado.
Mas a frase já foi usada pela polícia…
Sim. A polícia terá dados que eu não tenho. Mas acho plausível que um grupo com aquela dimensão em termos demográficos possa constituir uma rede social favorável a actividades eventualmente ilícitas. Mas alguns membros não não legitimam a estigmatização de todo um grupo.
Já foram também feitas, mas ainda não provadas, associações entre os SD e a guerra de gangs da noite do Porto. Qual é a sua perspectiva?
É um facto que alguns dos detidos pela polícia na “Operação Noite Branca” frequentavam os SD. Frequência essa irregular e esporádica nalguns casos. Um dos detidos – Bruno Pidá – já não o via lá há muito tempo. A única ligação que consigo estabelecer, honestamente e sem especulação da minha parte, é a presença na claque. Novamente, acho abusivo associar uma claque a um gang. É verdade que houve essa presença e isso foi noticiado. Mas o que não é noticiado – e isso era interessante – é, por exemplo, o número de elementos dos Sd que todos os anos concluem a sua licenciatura. Quanto à suposta associação que referiu não se pode tomar a nuvem por Juno. É uma generalização abusiva, gratuita e especulativa.
O núcleo duro dos SD está na Ribeira, como diz Fernando Madureira?
Em parte sim. Esse núcleo tem peso, sobretudo em desempenhos de agressividade. Mas essa ligação que é feita entre a direcção da claque e o núcleo da Ribeira, de onde Madureira é originário, tem que ser lida num contexto de posicionamento numa lógica de afirmação da Ribeira no seio da claque e da gestão das impressões que este núcleo pretende causar.
Qual é o peso real do núcleo da Ribeira?
É o núcleo que marca uma presença forte em termos de número de elementos, sobretudo nas deslocações tradicionalmente mais difíceis e em que, às vezes, há confrontos. Aí a Ribeira manifesta a sua força e está em peso. Mas a Ribeira tem que ser reposicionada no peso relativo que tem no grupo. Quando eles vão todos à Luz temos que ver também que estão integrados num grupo que chega, por vezes, a atingir três mil elementos ou mais.
Os SD são também como o Porto quando dizemos que a cidade é um somatório dos seus bairros?
Exactamente. Esta cidade tem mais de 40 bairros sociais e são bastantes os que estão representados. Depois há ainda os núcleos formados em círculos de amizades.
PARTE 3 - "Um dia de jogo nos Super Dragões..."
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quinta-feira, junho 10, 2010
Super Dragões - Parte 2
domingo, junho 06, 2010
Super Dragões - Parte 1
Importa analisar a principal claque do F.C.P, perceber o que está por de trás da fundação desta, saber quem são as pessoas responsáveis, e o que realmente se passa dentro da claque. São assim tão violentos? São a escoria que dizem que são? Santos ou criminosos?
E porque não meio termo? Porque não pessoas normais que gostam de ver futebol mas de uma forma interventiva? De uma forma activa. Não conseguem ver impavidamente um jogo de futebol, apenas e só querem intervir no jogo, querem ser mais uma força contra o adversário e contra tudo aquilo que ataca o Porto.
Se calhar neles reside a mística, a raça, a garra que tanto caracteriza o F.C.P.
Recordo o vídeo de Pinto da Costa com a devida analise de Daniel Seabra, licenciado em Antropologia pela Universidade Fernando Pessoa, mestre pela Universidade do Minho, de 39 anos, é um dos maiores especialistas do país sobre a claque Super Dragões, que investiga há 16 anos.

"A claque é um campo social onde se reproduz, num contexto mais favorável, a delinquência que já é praticada no quotidiano". O antropólogo Daniel Seabra alerta para as generalizações e ajuda-nos a perceber o fenómeno Super Dragões.
A identidade dos Super Dragões está intimamente ligada à identificação com a cidade do Porto. Mas constrói-se também pela depreciação do adversário. Como funciona esta dualidade?
A exaltação do clube tem no discurso de exaltação da cidade do Porto, por oposição ao Sul, um dos seus principais elementos. O discurso de diferenciação relativamente a Lisboa não é novo no clube e nem sequer foi inaugurado por Pinto da Costa ou José Maria Pedroto. Não deixa de reproduzir um discurso identitário que encontramos já no final do séc. XIX e início do séc. XX, por exemplo, nas palavras de Basílio Teles e Raul Brandão. Esse discurso tem profundidade histórica, sendo obviamente exacerbado no futebol.
Mas a exaltação é feita também pela depreciação do adversário.
Exactamente. É feita também pela diferença, apoucando, desprestigiando e, nalguns casos, desqualificando mesmo o adversário a nível sexual, por exemplo. Há uma complementaridade: a auto-exaltação e a depreciação do adversário.
Esse discurso de identidade negativa – os cânticos insultuosos – o que significa?
Muitas vezes aquilo que pensamos que é real, é real nas suas consequências. Muitos adeptos do Porto vêm no Benfica o clube do Estado Novo que ganhava, não exactamente pelo seu mérito, mas pela protecção que gozava por parte das estruturas de poder sedeadas em Lisboa. Essa representação existe – e não estou a julgar a sua justeza ou a concordar com ela – e tem as suas consequências ao nível do discurso da claque. Esses cânticos, sobretudo os que são dirigidos ao Benfica - entendido como o principal adversário -, são evidentemente indesejáveis, reprováveis e inaceitáveis. Mantêm-se porque se inserem numa lógica de depreciação do principal adversário.
Inscrevem-se, de alguma forma, num clima de lei própria, temporária, que só existe durante o período do jogo?
Essa questão é pertinente porque o futebol decorre num espaço específico, durante um tempo específico e tem um conjunto de práticas codificadas, sendo por isso o futebol um dos grandes rituais da era moderna. Mas os insultos não são exclusivos das claques. Os insultos ao árbitro ou jogadores adversários são também usuais nos outros adeptos. A diferença é que quando um insulto é feito em coro tem outra força e o efeito de choque é maior. Apesar de chocantes e reprováveis, repare que os cânticos insultuosos nunca são maioritários. Já os contabilizei e, num jogo regular em que a claque entoa cerca de 50 a 70 cânticos, os de carácter insultuoso não passam de 5% a 10%. A grande maioria dos cânticos é de apoio à equipa. A excepção dá-se num Porto-Benfica. Neste, os cânticos insultuosos podem chegar a 30%. Mas tudo isto deve ser visto, sempre, dentro do carácter específico dos jogos.
Apesar da sobrevalorização da masculinidade dentro das claques, a presença de mulheres tem crescido. Nos SD é já de 16%. A que se deve o aumento?
Esse crescimento não pode ser desvinculado das transformações que ocorrem na sociedade e que se traduzem numa menor diferenciação entre os géneros na esfera do lazer. O próprio desempenho da claque é também motivador para as jovens mulheres. Para além de participarem no espectáculo, elas são um elemento de convívio e sociabilidade nas claques (fazem-se amigos, há namoros, há quem case). Não surpreende que as mulheres se sintam mais motivadas a participar. Fundaram mesmo um núcleo - as Super Queens.
Uma maior presença de mulheres leva à diminuição de violência ou esta leitura é abusiva?
Essa relação não é linear. No entanto, é uma leitura pertinente. Essa é uma das hipóteses do grupo de sociólogos da universidade de Leicester que estuda o Hooliganismo. A presença das mulheres é vista como elemento de pacificação nos estádios. Desconheço estudos que o demonstrem claramente. Mas a hipótese é pertinente.
Super Dragões Parte 2 - Qual é o peso real do núcleo da Ribeira?Já foram também feitas, mas ainda não provadas, associações entre os SD e a guerra de gangs da noite do Porto, será verdade?Claques “escolas de crime” ou “guarda-chuva de ilegalidades”?Tráfico de droga no interior dos SD?
terça-feira, março 30, 2010
Os mesmos de SEMPRE!!
Grande Mentalitá em Belem, tanto no Andebol, (erro meu, não era sábado, mas sim domingo o que permitiu a que os Ultras que vinham para o Futebol fossem também ao Andebol) como no Futebol.
90 Minutos em que a curva não abandonou a equipa onde Hulk mostrou o porque da nossa revolta em a ele não ter sido permitido ajudar a equipa mais cedo, no entanto, a par de um sentimento de "justiça" feito pela exibição dele o gosto amargo de como seria este campeonato com ele não deixa de sair do paladar.
Quanto à Transferta, nada a assinalar, alto, então os dragões, os insurrectos não armaram confusão? Parece que não! Afinal essa confusão em altura alguma foi causada por eles! Então na taça da liga não eram os selvagens? Não eram uns indomaveis? A vergonha da sociedade? Enfim...é triste que não se analise os factos pelos factos, mas destes se tirem juízos de valor em tudo erróneos. Pois é meus caros, os SD & Colectivo foram ao Andebol, apoiaram a sua equipa e depois passearam-se pelas mansões do Restelo já que assim obrigou a Policia, calcorreamos as Embaixadas Palacianas, casas aburguesadas sem qualquer distúrbio!
Deixo o pequeno video para que possam perceber o ambiente que se viveu em Belém onde durante 90 minutos, OS MESMOS DE SEMPRE apoiaram incessantemente o clube.
"Os mesmos de Sempre", opção curiosa a da direcção dos Super Dragões, nesta transferta foram distribuídos cascois com a frase OS MESMOS DE SEMPRE, uma forma de também os SD (direcção) premiarem aqueles que fazem da vida em claque um lema desta.
LOGO NA RTP1 O NOSSO PRESIDENTE. VENHA MAIS UM DISCURSO DESTES!!
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quinta-feira, março 25, 2010
Taça de Portugal - Rio Ave 1 - F.C.Porto 3
Há quem diga por aí que somos poucos...
Mas os poucos que somos...
SÃO MUITOS!
Chegando ao reduto do Rio Ave, onde o muito vento impediu as normais coreografias com bandeiras, o sentimento de injustiça era imenso.
Tínhamos acabado de ter conhecimento da vergonha que se passava na Liga, afinal a "justíssima" suspensão que tínhamos sido alvo era agora revogada e era dada razão aqueles que sempre apontaram ao comportamento persecutório de Ricardo Costa.
Absolutamente dramático, alguém que vê na justiça um meio de se afirmar é não mais que um justiceiro, e um justiceiro cego não pode, não é admissível que possa, continuar nas suas funções.
Analisando o jogo, denotou-se logo desde o apito inicial um espírito combativo tanto nas bancadas como no relvado. Atento às bancadas, não com a falange de apoio de outros tempos por parte do F.C.P, mas sem duvida um apoio incessante durante os 90 minutos.
Se me permitem, este estado de coisas no nosso clube teve pelo menos o condão de limpar da claque aqueles que só lá estão por show off, os que agora se movimentam com o clube são os VERDADEIROS ULTRAS, e não o "Ultra da Pipoca e da Festa".
Reflexo de uma curva forte foi o apoio à equipa onde se destacam os cânticos de apoio a Hulk e Sapunaru, bem como de revolta contra Hermínio Loureiro e Ricardo Costa.
REALÇO POSITIVAMENTE :
O comportamento de Raul Meireles ao dedicar o golo a Nuno, assim se vê o espírito de união que sempre caracterizou o F.C.P.
Jesualdo Ferreira! Não, não estou equivocado, pela primeira vez em três anos este senhor dá um murro da mesa e tem uma atitude, gostei da conferência de imprensa em que explica que antes desta trapalhada toda da Liga o que separava o Porto dos restantes concorrentes era apenas 1 ponto. O ser treinador do Porto, reitero, não é ser mal educado nem tão pouco rude mas sim activo, reaccionário, só assim faz com que o Porto seja respeitado, incute moral aos jogadores bem como massa associativa.
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segunda-feira, março 22, 2010
Final da Taça da Liga
Faltam-me as forças para por em palavras aquilo que vi da nossa equipa do F.C.Porto em campo, completamente banalizada, completamente ultrapassada. Sinceramente e porque à muito a dizer da actuação doravante relativamente à preparação de uma nova época, vou deixar a analise teórica do "que se deve fazer" para outra altura.
Cumpre-me analisar em especial a actuação dos grupos de apoio, claques, cidadãos individuais que se deslocaram ao Algarve para apoiar a nossa equipa.
Em primeira linha e como ponto basilar a ter em consideração em todo o texto, não defendo atitudes extremistas, não defendo actos irreflectidos e condeno todos aqueles que procuram no futebol e nas claques organizadas um veiculo para exaltar comportamentos desviantes.
No entanto, ressalvas devem ser feitas relativamente ao comportamento de ambos, as motivações de cada grupo e as responsabilidades, dividindo e aproveitando a reportagem da Sic demonstro a realidade do que se passou do ponto de vista dos ultras nesta viagem ao Algarve.
Viagem Porto - Algarve :
Impressionante como tudo corre bem até chegar à zona de "influencia" do clube adversário, slbenfica. Antes de Alcácer do Sal vários autocarros da claque do F.C.P foram vitimas de pedras vindas de pontes na Auto-estrada. Alto! Situação pontual? Rara? Relembro a viagem nesta mesma competição de um episódio semelhante, na altura o carro do Presidente do F.C.P e a própria equipa foram as visadas. NÃO, 1000 agentes, 500 nas Auto-Estradas e ninguém se apercebeu de movimentações? No mínimo estranho. Como reagiria se o seu carro fosse apedrejado? Como reagia se soubesse que dai em diante iria fazer mais 200 km até ao Algarve e apôs o jogo teria que fazer mais 600km quilómetros? Deixo à sua consciência.
Chegada ao Estádio do Algarve :
Incursão violenta sobre os adeptos do Porto. Porque? Indicações erradas sobre onde estacionar as viaturas particulares e autocarros. Onde está a Policia quando somos deixados a escassos metros de adeptos rivais? Não está. Acção-Reacção? Incursão sobre aqueles que se estavam a defender de pedradas e garrafas que voam na sua direcção, aos prevaricadores? Apenas um "cheguem para lá sff". Volto a questionar a sua consciência. Como reagia se acabasse de fazer 600 km's, 200 deles já com vidros partidos e quando chegasse tivesse à sua espera as forças de segurança, mas sim adeptos adversários sedentos de confusões?
Responsabilidades dos Ultras :
Nota Introdutória :Existe desde o Euro 2004 uma consciencialização do dever das forças das autoridades e o respeito pelos grupos organizados, foi aprovada uma lei em 11 de Maio de 2004 que esclarece de sobremaneira o papel de cada um no espectáculo do Futebol.
A partir desse dia estabeleceu-se a obrigação dos grupos organizados possuírem o Estatuto de Associação e assim sendo identificar os seus membros, a sua organização. Espante-se, apenas alguns ultra seguiram esta Lei, espante-se, os Super Dragões e Colectivo95 foram dos poucos.
O Lider da Claque Super Dragões fala na Sic Noticias, apontam o dedo, chamam-lhe exibicionista, criticam a Sic por dar tempo de antena a "este tipo de gente", pois é meus caros, Fernando Madureira lidera uma claque com 23 anos, lidera um grupo de 2500 indivíduos que fizeram em um dia 1200 km para ver o seu Porto, e liderar quer dizer dar a cara, responder perante os cidadãos quando algo corre mal, e ele fá-lo, não se esconde no meio de tochas e estandartes, os SUPER DRAGÕES E COLECTIVO, bem como o adepto comum do F.C.P, são nesta historia toda os único que está registados, são os únicos que COLABORAM COM A POLICIA, são os únicos que tem reuniões com a Policia para organizar as viagens, são os únicos que tem um site e comunicam o método mais seguro para ir aos campos adversários. Volto a questionar..Se isto não é ter um comportamento em prol da não violência...o que é?
Agora o outro lado, os Adeptos do slbenfica. Não estão registados, não colaboram com as forças policias, não respondem como grupo. Fazem o que bem entendem, incendeiam autocarros da Claque do F.C.P quando se deslocam a jogos de Hoquei, atacam de forma cobarde autocarros da equipa de Futebol, carro de dirigentes, autocarros de claque. Quem responde? Espante-se novamente, ninguém? E porque? São "manifestações isoladas, difíceis de identificar", então alto, pois é, vai chegar à mesma conclusão que eu..Quem é que vai arcar com os desacatos do Algarve? A quem vão ser imputados os danos? Quem vê manchado o seu trabalho? Aqueles que cumpriram a lei, sim...sim tem razão os Super Dragões e Colectivo95. Irónico não é?
Agora se calhar já não responde da mesma forma quando lhe perguntei se estar registado é um comportamento em prol da não violência! Parece que o crime compensa! Afinal não passará de um comportamento manifestamente masoquista!
Volto a reafirmar não defendo estes comportamentos, mas antes de apontar o dedo devemos conhecer a realidade, e concluindo, faço a última pergunta. Como reagia se estivesse legalmente estabelecido, tivesse cumprido as obrigações de reunir com a policia, de coordenar a ida ao Algarve, tivesse enviado mensagens a dizer onde iriam ficar os adeptos do Porto, tivesse saído às 8 da manhã do Porto, o que obrigava a estar desde as 6 da manhã a coordenar camionetas, se durante o caminho sempre colaborasse com as forças de autoridade, e de repente chegados aos últimos 200km lhe partissem os vidros, chegado ao destino visse os adeptos adversários a poucos metros da sua viatura sem qualquer protecção policial, se visse os adeptos que não cumprem a lei e como tal não deveriam ser concedidas benesses de entrar no estádio antes de qualquer adepto para colocar as suas faixas ( esta faculdade só deve, segundo a lei, ser permitida a adeptos legalmente organizados)...mantinha a calma e frieza com que aponta o dedo a estes adeptos? Nem criminosos nem santos, apenas e só humanos, e como todos, temos os nossos erros, mas como o velho ditado diz; quem não sente...não e filho de boa gente.
Da partida e do resultado em si, com o digerir da semana será postado algo.
Cumpre-me analisar em especial a actuação dos grupos de apoio, claques, cidadãos individuais que se deslocaram ao Algarve para apoiar a nossa equipa.
Em primeira linha e como ponto basilar a ter em consideração em todo o texto, não defendo atitudes extremistas, não defendo actos irreflectidos e condeno todos aqueles que procuram no futebol e nas claques organizadas um veiculo para exaltar comportamentos desviantes.
No entanto, ressalvas devem ser feitas relativamente ao comportamento de ambos, as motivações de cada grupo e as responsabilidades, dividindo e aproveitando a reportagem da Sic demonstro a realidade do que se passou do ponto de vista dos ultras nesta viagem ao Algarve.
Viagem Porto - Algarve :
Impressionante como tudo corre bem até chegar à zona de "influencia" do clube adversário, slbenfica. Antes de Alcácer do Sal vários autocarros da claque do F.C.P foram vitimas de pedras vindas de pontes na Auto-estrada. Alto! Situação pontual? Rara? Relembro a viagem nesta mesma competição de um episódio semelhante, na altura o carro do Presidente do F.C.P e a própria equipa foram as visadas. NÃO, 1000 agentes, 500 nas Auto-Estradas e ninguém se apercebeu de movimentações? No mínimo estranho. Como reagiria se o seu carro fosse apedrejado? Como reagia se soubesse que dai em diante iria fazer mais 200 km até ao Algarve e apôs o jogo teria que fazer mais 600km quilómetros? Deixo à sua consciência.
Chegada ao Estádio do Algarve :
Incursão violenta sobre os adeptos do Porto. Porque? Indicações erradas sobre onde estacionar as viaturas particulares e autocarros. Onde está a Policia quando somos deixados a escassos metros de adeptos rivais? Não está. Acção-Reacção? Incursão sobre aqueles que se estavam a defender de pedradas e garrafas que voam na sua direcção, aos prevaricadores? Apenas um "cheguem para lá sff". Volto a questionar a sua consciência. Como reagia se acabasse de fazer 600 km's, 200 deles já com vidros partidos e quando chegasse tivesse à sua espera as forças de segurança, mas sim adeptos adversários sedentos de confusões?
Responsabilidades dos Ultras :
Nota Introdutória :Existe desde o Euro 2004 uma consciencialização do dever das forças das autoridades e o respeito pelos grupos organizados, foi aprovada uma lei em 11 de Maio de 2004 que esclarece de sobremaneira o papel de cada um no espectáculo do Futebol.
A partir desse dia estabeleceu-se a obrigação dos grupos organizados possuírem o Estatuto de Associação e assim sendo identificar os seus membros, a sua organização. Espante-se, apenas alguns ultra seguiram esta Lei, espante-se, os Super Dragões e Colectivo95 foram dos poucos.
O Lider da Claque Super Dragões fala na Sic Noticias, apontam o dedo, chamam-lhe exibicionista, criticam a Sic por dar tempo de antena a "este tipo de gente", pois é meus caros, Fernando Madureira lidera uma claque com 23 anos, lidera um grupo de 2500 indivíduos que fizeram em um dia 1200 km para ver o seu Porto, e liderar quer dizer dar a cara, responder perante os cidadãos quando algo corre mal, e ele fá-lo, não se esconde no meio de tochas e estandartes, os SUPER DRAGÕES E COLECTIVO, bem como o adepto comum do F.C.P, são nesta historia toda os único que está registados, são os únicos que COLABORAM COM A POLICIA, são os únicos que tem reuniões com a Policia para organizar as viagens, são os únicos que tem um site e comunicam o método mais seguro para ir aos campos adversários. Volto a questionar..Se isto não é ter um comportamento em prol da não violência...o que é?
Agora o outro lado, os Adeptos do slbenfica. Não estão registados, não colaboram com as forças policias, não respondem como grupo. Fazem o que bem entendem, incendeiam autocarros da Claque do F.C.P quando se deslocam a jogos de Hoquei, atacam de forma cobarde autocarros da equipa de Futebol, carro de dirigentes, autocarros de claque. Quem responde? Espante-se novamente, ninguém? E porque? São "manifestações isoladas, difíceis de identificar", então alto, pois é, vai chegar à mesma conclusão que eu..Quem é que vai arcar com os desacatos do Algarve? A quem vão ser imputados os danos? Quem vê manchado o seu trabalho? Aqueles que cumpriram a lei, sim...sim tem razão os Super Dragões e Colectivo95. Irónico não é?
Agora se calhar já não responde da mesma forma quando lhe perguntei se estar registado é um comportamento em prol da não violência! Parece que o crime compensa! Afinal não passará de um comportamento manifestamente masoquista!
Volto a reafirmar não defendo estes comportamentos, mas antes de apontar o dedo devemos conhecer a realidade, e concluindo, faço a última pergunta. Como reagia se estivesse legalmente estabelecido, tivesse cumprido as obrigações de reunir com a policia, de coordenar a ida ao Algarve, tivesse enviado mensagens a dizer onde iriam ficar os adeptos do Porto, tivesse saído às 8 da manhã do Porto, o que obrigava a estar desde as 6 da manhã a coordenar camionetas, se durante o caminho sempre colaborasse com as forças de autoridade, e de repente chegados aos últimos 200km lhe partissem os vidros, chegado ao destino visse os adeptos adversários a poucos metros da sua viatura sem qualquer protecção policial, se visse os adeptos que não cumprem a lei e como tal não deveriam ser concedidas benesses de entrar no estádio antes de qualquer adepto para colocar as suas faixas ( esta faculdade só deve, segundo a lei, ser permitida a adeptos legalmente organizados)...mantinha a calma e frieza com que aponta o dedo a estes adeptos? Nem criminosos nem santos, apenas e só humanos, e como todos, temos os nossos erros, mas como o velho ditado diz; quem não sente...não e filho de boa gente.
Da partida e do resultado em si, com o digerir da semana será postado algo.
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sábado, março 20, 2010
Domingo...?VAMOS TODOS!
É já amanhã...romaria daqueles que independentemente onde o Porto jogue, contra quem jogue, em que condições jogue vão estar presentes para apoiar!
Já muito se disse sobre a localização da partida, a hora que se realiza...sinceramente, e agora? De que é que adianta? Já não estamos habituados a que tudo o que possa ser feito para prejudicar o Porto é efectivamente feito? Já não estamos habituados a mil e uma "mandigâncias" para inviabilizar o sucesso do nosso clube? Então..como é que reagimos? Com vitorias e com presenças dos nosso adeptos!
Vamos deixar de nos queixar e mendigar por algo que já sabemos "à priori" que não vai acontecer, o único caminho viável é a vitória! Essa é e só pode ser a nossa verdadeira resposta.
Venho aqui lançar um repto, não tão radical como o do blog Super Porto, (embora concordando em toda a linha com este) não vamos fazer da nossa vitória uma festa, não vamos fazer desta taça uma época nem tão pouco vamos fazer deste jogo uma tábua de salvação, sinceramente só desejo a vitória por ser contra o clube que é, apenas e só uma questão de brio. Sempre jogamos nesta competição sem qualquer ambição, sempre fizemos desta competição um móbil para rodar e recuperar jogadores ( O.Sa, Miguel Lopes, Nuno), a única coisa que eu gostaria de ver por parte dos jogadores do F.C.Porto no final do jogo seria uma saudação aos seus adeptos e nada de festejos de outros tempos, penso que a altura não é para isso e sem qualquer sombra de dúvida seriam manifestamente hipócritas e por nós mal recebidas.
"Quase milhar e meio de agentes de autoridade e de segurança, entre militares da GNR (1100), agentes da PSP (50) e assistentes de recinto desportivo (300), participam amanhã na operação de segurança à final da Taça da Liga, entre Benfica e FC Porto, no Estádio Algarve. Segundo soube o CM, nunca um jogo de futebol em Portugal movimentou tão elevado número de efectivos policiais." ( in Correio da Manhã)
"Assistentes de Recinto Desportivo" segundo o que apurei são " também conhecido por “steward”, é um elemento de segurança, especificamente formado com o objectivo de garantir a segurança e o conforto dos espectadores nos recintos desportivos", segundo o que o li e se o meu Português não me atraiçoa, estes são supostamente para auxiliar os espectadores, não são parte do espectáculo! Não povoem estes senhores de intenções dúbias nos 25 metros quadrados de acesso às cabines...
Por fim lanço um apelo a todos que como eu vão ao Estádio do Algarve, vamos ser uma só voz, vamos apoiar durante 90 minutos o nosso Clube, vamos ser aquilo que se espera da melhor massa de apoio em Portugal, vejam o vídeo que em tempos foi posto no Site dos SuperDragões e com as necessárias adaptações vamos fazer deste o nosso mote para amanhã!
Saudações Portistas!!
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segunda-feira, setembro 01, 2008
Benfica - Porto - O Clássico nas bancadas
Em cima é apresentado o video da deslocação dos adeptos azuis e brancos até ao reduto do seu eterno rival. Nada a declarar, a "transferta" foi feita de acordo com o planeado sem quaisquer eventos que provocassem desacatos, tal só demonstra a elevada Mentalitá dos Super Dragões. Sem duvida de louvar. Digno tambem o espaço dado pela Sic ao Mundo Ultra, demonstrando que tambem nós somos parte do espectaculo, tambem nós contribuimos para estadios cheios, emoções ao rubro e provavelmente somos nós um dos motores que faz um jogador suar mais pela camisola que enverga.
Circunscrevendo-me agora ao que se pode verificar nas bancadas, realço a entrada fulgurante das claques benfiquistas, com as velhas tochas que sempre as caracterizaram e com frases de incitamento á aprovação da proposta de lei do seu clube que pretende que o Governo altere a lei sobre às claques. O clube sugere que os grupos de adeptos deixassem de se formalizar em Associação, passando a grupos organizados de sócios e com os clubes a ficarem responsáveis pela sua identificação. Com a actual lei apenas foram constituídas nove claques. Mais uma vez a Mentalitá a evidenciar-se.
Durante o jogo, "provocações" inter-partes, apoio incondicional aos clubes, enfim aquilo que os ultra dos dois clubes já nos, felizmente, habituaram. Parabens, assim preve-se a evolução deste fenomeno e podemos assistir a um maior credito em nos por parte do publico em geral.
"Publico em geral", esse, que manchou o classico quando um adepto, ironia das ironias, "de bancada central" (sim, aqueles que tanto criticam as claques..) entrou no relvando agredindo o arbitro. Como sempre ouvi dizer, no melhor pano cai a maior nodoa!
Finalizo apenas lamentando que por vezes o Colectivo Ultra 95 seja esquecido, quando tanto faz para merecer um lugar ao sol no Reino do Dragão.
Saudações Ultra, obrigado por mais uma vez em clima d adversidade provocado pelas picardias instauradas por direcções estarem ao nivel daquilo que nós somos, ULTRA, como tal, SUPERIORES.
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domingo, junho 22, 2008
V-E-R-G-O-N-H-A
No dia em que o Futebol Clube do Porto se desloca a Lisboa,cenas chocantes se passam. Em plena luz do dia, aos olhos das autoridades que tanto se revoltam por não irmos em fila ordenada pela estrada e onde pisar o passeio dá lugar a uma ou outra bastonada, existem aqueles que atacam Autocarros de Ultras que fazem quilometros para ver o seu clube sagrar-se campeão nacional de Hoquei, pela setima vez consecutiva.
Em primeiro lugar vou dar valor aqueles que encaram o desporto como uma fruição e fazem dele um prazer. Aqueles que elevam a voz para apoiar e fazem desta uma, e unica, arma de ataque ao adversario.
Os Ultra do Futebol Clube do Porto presentes, em 3 dos quatro jogos desta final.
Em Fanzeres o apoio foi fenomenal, incessante, estonteante, sufocante, trabalharam com a equipa na conquista de mais um titulo. Em Fanzeres viveu-se um autentico inferno. Que o digam os jogadores do S.L.B que de tanto provocados, acabaram por cometer actos irreflectidos (Tó Silva deu uma sticada num adepto do F.C.P que se encontrava atrás do banco, admitindo no terceiro jogo da final que este tinha razão e fez questão de antes de iniciar o jogo pedir desculpa, acto que entre muitos errados deste jogador, se deve louvar).
Em Lisboa, no segundo jogo, lá estiveram ultras, mas ainda poucos, da parte da equipa da casa, o apoio foi praticamente nulo, pelo menos em termos de ultras organizados (valeram os adeptos anonimos que autonomamente iam apupando e apoiando aqui e ali). O jogo ia a meio, quando adeptos da equipa visitante se fizeram ouvir, eram poucos é certo, mas conseguiram acordar um pavilhão calado.
Realço e tristemente, não ver qualquer manifestação em prol do clube da Luz, tanto em casa como fora, penso que o Hoquei num clube como o Benfica merecia mais respeito e mais apoio.
Chegando ao jogo da Final, incrivel apoio azul e branco, foram mais um a combater, fizeram do pavilhão da luz, sua casa, apoiaram, empurraram a equipa, deram o estimulo moral que resulta em jogos memoraveis, que transforma um jogo numa conquista, num marco historico para o clube e para o Hoquei em Portugal. Os meus sinceros PARABENS!

Deparo-me agora com algo TRISTE, COBARDE, ANIMALESCO...
O autocarro que trouxe os Ultra para Lisboa foi incendiado. Daqui, tiro diversas ilações, e que gostaria de perceber se sou o unico a pensar da seguinte maneira...
1º Este acto terá sido perceptado por adeptos do Benfica, como facilmente será de associar..ou foi encomendado por alguem que usa fato e gravata?
2º Com que intuito o fizeram?Para que? Pq? As contratações por parte do F.C.P deram o mote?humm....e os adeptos viram para aqueles que deram as condições que o proprio clube não deu...se fosse no vosso clube?Viravam-se contra a vossa presidencia ou contra aquela que comprou?Penso que a resposta é obvia..
3º Como é incendiado um autocarro sem que ninguem veja quem foi? Onde estavam os Robocops?Jogo, possivelmente final, do campeonato, adeptos do Porto na capital, autocarro estacionado junto ao Estadio da Luz, e nada? Estranho não?
4º Os Diabos Vermelhos, No Name, estão Licenciados!?E continuam a ser claques? Com a conivencia de quem?
Por fim, quero agradecer aos espertinhos que fizeram este acto..obrigado, graças a voces as deslocações em camionetas vão ser mais dificeis de conseguir, os preços vão ser maiores,a policia vai estar mais atenta A.K.A vai cometer mais excessos, as deslocações de Ultras do Porto a Lisboa e vice-versa, vão ser ainda mais hostis, menos gente vai procurar os recintos desportivos, os meus sinceros agradecimentos...a vossa cobardia e pseudo inteligencia originou mais do que aquilo que pudiam estar a imaginar no vosso sonho mais elaborado,enfim mais uma vez andamos para trás quando já estavamos a evoluir.
Saudações a todos aqueles que fazem do mundo ultra um espectaculo e não um teatro de guerra!
Em primeiro lugar vou dar valor aqueles que encaram o desporto como uma fruição e fazem dele um prazer. Aqueles que elevam a voz para apoiar e fazem desta uma, e unica, arma de ataque ao adversario.
Os Ultra do Futebol Clube do Porto presentes, em 3 dos quatro jogos desta final.
Em Fanzeres o apoio foi fenomenal, incessante, estonteante, sufocante, trabalharam com a equipa na conquista de mais um titulo. Em Fanzeres viveu-se um autentico inferno. Que o digam os jogadores do S.L.B que de tanto provocados, acabaram por cometer actos irreflectidos (Tó Silva deu uma sticada num adepto do F.C.P que se encontrava atrás do banco, admitindo no terceiro jogo da final que este tinha razão e fez questão de antes de iniciar o jogo pedir desculpa, acto que entre muitos errados deste jogador, se deve louvar).
Em Lisboa, no segundo jogo, lá estiveram ultras, mas ainda poucos, da parte da equipa da casa, o apoio foi praticamente nulo, pelo menos em termos de ultras organizados (valeram os adeptos anonimos que autonomamente iam apupando e apoiando aqui e ali). O jogo ia a meio, quando adeptos da equipa visitante se fizeram ouvir, eram poucos é certo, mas conseguiram acordar um pavilhão calado.
Realço e tristemente, não ver qualquer manifestação em prol do clube da Luz, tanto em casa como fora, penso que o Hoquei num clube como o Benfica merecia mais respeito e mais apoio.
Chegando ao jogo da Final, incrivel apoio azul e branco, foram mais um a combater, fizeram do pavilhão da luz, sua casa, apoiaram, empurraram a equipa, deram o estimulo moral que resulta em jogos memoraveis, que transforma um jogo numa conquista, num marco historico para o clube e para o Hoquei em Portugal. Os meus sinceros PARABENS!

Deparo-me agora com algo TRISTE, COBARDE, ANIMALESCO...
O autocarro que trouxe os Ultra para Lisboa foi incendiado. Daqui, tiro diversas ilações, e que gostaria de perceber se sou o unico a pensar da seguinte maneira...
1º Este acto terá sido perceptado por adeptos do Benfica, como facilmente será de associar..ou foi encomendado por alguem que usa fato e gravata?
2º Com que intuito o fizeram?Para que? Pq? As contratações por parte do F.C.P deram o mote?humm....e os adeptos viram para aqueles que deram as condições que o proprio clube não deu...se fosse no vosso clube?Viravam-se contra a vossa presidencia ou contra aquela que comprou?Penso que a resposta é obvia..
3º Como é incendiado um autocarro sem que ninguem veja quem foi? Onde estavam os Robocops?Jogo, possivelmente final, do campeonato, adeptos do Porto na capital, autocarro estacionado junto ao Estadio da Luz, e nada? Estranho não?
4º Os Diabos Vermelhos, No Name, estão Licenciados!?E continuam a ser claques? Com a conivencia de quem?
Por fim, quero agradecer aos espertinhos que fizeram este acto..obrigado, graças a voces as deslocações em camionetas vão ser mais dificeis de conseguir, os preços vão ser maiores,a policia vai estar mais atenta A.K.A vai cometer mais excessos, as deslocações de Ultras do Porto a Lisboa e vice-versa, vão ser ainda mais hostis, menos gente vai procurar os recintos desportivos, os meus sinceros agradecimentos...a vossa cobardia e pseudo inteligencia originou mais do que aquilo que pudiam estar a imaginar no vosso sonho mais elaborado,enfim mais uma vez andamos para trás quando já estavamos a evoluir.
Saudações a todos aqueles que fazem do mundo ultra um espectaculo e não um teatro de guerra!
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quinta-feira, junho 12, 2008
SILÊNCIO ENSURDECEDOR!
Ora bem..desde já peço desculpa pelo tempo que este blogue esteve parado..Realmente "mea culpa", no entanto não deixei de estar atento ao mundo ultra.
Neste momento, vespera de decisão de importante veridicto que ditará finalmente (ou não) o futuro do F.C.Porto na Champions ..e sinceramente..assisto atónito á passividade do F.C.P e especialmente dos ULTRAS deste clube em todo este assunto...
Recuando ao tempo em que não havia claques organizadas...O Porto já assistiu a movimentos em Prol deste que fazem parte dos aneis da historia que em muito o dignificam..
A 20 de Outubro de 1949 é entregue ao Clube o Troféu Comemorativo da Vitória, em 1948, sobre o Arsenal de Londres. Esse troféu, oferecido pelos sócios e adeptos do F.C.P., pesa cerca de 300 Kg, tem 130 Kg de prata e uma altura de 2,80 metros.
Manifestações como esta provam que o Porto e a Cidade são um SÓ! Independentemente de quem dirige os dois, o PORTO (clube e cidade) é muito mais, é superior! E COMO MUITO MAIS! Era de esperar uma maior união contra tudo e todos que ousam desafiar a nossa Posição, conquistada dentro de campo! É INADMISSIVEL..É EXTEMPORANEO, é UMA ATITUDE COBARDE, basear alegações, como o faz o Sport Lisboa e Benfica em "recortes de imprensa", imprensa essa que é diariamente influenciada pelos ditames da direcção do supra citado Slb, é de um total desespero!
O que eu gostava? Espero!? ESPERAVA!? Da minha cidade, do meu clube, da minha claque, dos meus companheiros de bancada, daqueles que como eu fazem do F.C.P algo que é ponteiro das nossas vidas? EM MASSA, MANIFESTAR O NOSSO APOIO A TODA A DIRECÇÃO, JOGADORES, ESTRUTURA DO FCP por tudo o que nos deram, por tudo o que nos proporcionaram, por tudo o que nos fizeram sonhar, por todas as lagrimas de alegria de tristeza que fizeram derramar, por todos os abraços na superior,central, arquibancada que originaram, por todas as noites de insonias em vesperas de grandes jogos e noites de festejos a seguir, por todos os quilometros que fizemos por Portugal, pela Europa, pelo Mundo! POR ORGULHAREM-ME DE DIZER QUE SOU DO PORTO!
EU ESTOU COM VOCES, SUPERDRAGÕES, COLECTIVO, ASSOCIADO, ADEPTO ANONIMO, SIMPLES PORTUENSE !! VAMOS LEVAR AS RUAS AQUILO QUE NOS FAZ SER MAIS E MELHORES! A NOSSA GARRA, RAÇA, VONTADE E FERVOR PELO NOSSO CLUBE PELA NOSSA CIDADE!
"Por mais que nos esquecam, nos havemos de mostrar que daqui nasceu portugal e daqui hade continuar a ser o Baloarte numero um da naçao que todos amamos, do norte esquecido, do norte perfeitamente hostilizado!" - Pinto da Costa
FORÇA PORTO!!! CONNOSCO QUEM QUER, CONTRA NOS QUEM PODE!
"Quando alguem se atrever a sofucar
O grito audaz da tua ardente voz
Oohh porto então verás vibrar
A multidão num grito só de todos nos" - O meu, o teu, o nosso HINO!
Finalizando quero só aqui deixar o Link para uma Petição que, dirigida ao Presidente do Conselho de Administração da Sociedade Anónima Desportiva do Futebol Clube do Porto, demonstra a revolta de todos aqueles que se sentem insultados pelos constantes ataques da imprensa ao NOSSO CLUBE!
http://www.petitiononline.com/dragao07/petition.html
PS: Desculpem aqueles que vem a este blog não pelo Porto mas por todo o universo ultra, mas e algo que se estivessem no meu lugar entendiam...
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quarta-feira, abril 23, 2008
Fc Porto - Benfica / Guimarães - Porto

Como foi prometido..venho resumir a visão do classico nas Curvas. Mais uma vez..e já começa a ser uma constante..tenho que dar os Parabens ao Colectivo, coreografia excelente..a salientar a importancia destes na Curva Norte...cativaram o publico das centrais a ceder a eles um dos aplausos da Noite.
Super Dragões optaram por povoar o estadio com coletes de plastico que formavam um mar azul constante durante todo o jogo em todas as bancadas..no entando, algumas pessoas tiraram o colete e outras no momento inicial optaram por abrir o cascol e tiraram o efeito pretendido. Apresentaram algumas frases picando o adversario e entoaram uma nova canção para estes.
Por fim..Diabos e No Name, onde estavam voces? O meu aplauso aqueles que contra toda a conjuntura se deslocaram ao Dragão, quanto aos outros..é lamentavel..mesmo! Mas contam os que lá estiveram, foi com esses que a Equipa contou...dado o seu pouco numero foram abafados.
Relativamente a Domingo, e reforço a ideia vinculada no Post anterior, vamos fazer uma festa do futebol, e sinceramente faço um apelo a todos os ultra do Porto que , jogando com a equipa secundaria, ou principal...DEVEM IR TODOS APOIAR...de recordar que até agora os White Angels foram a unica claque que legitimou chamar-se de tal, já que na deslocação ao dragão assumiram uma preponderancia enorme na bancada norte, enchendo praticamente metade desta e tendo um comportamento exemplar! Sem duvida estiveram em grande!
Saudações Ultra!
Ps : Uma nota de louvor para a Direcção do Leixões que vão suportar a deslocação dos seus adeptos a Leiria, algo que releva na defesa dos estadios cheios e no espectaculo fora das quatro linhas, faça-se venias a estas atitudes!
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quarta-feira, abril 09, 2008
Colectivo / Super Dragões
No jogo do titulo assistiu-se a uma enchente no já "cansado" de vitorias, Estadio do Dragão.
Claques alinhadas, vozes mais ou menos afinadas, o apito surge, os primeiros cantigos tb..Curva Sul, habitação dos Super Dragões, enche-se, Ultras ou simples adeptos de "festa" coloriram a curva sul de azul e branco...No lado oposto temos o Colectivo, em menor numero e com menos condições, mas sempre Ultras. Contra todas estas adversidades apoiaram, e bem.
Do meu ponto de vista vou resumir o comportamento das duas claques...
Super Dragões, presentes em massa, com estofo para calar o estadio, para fazer tremer a espinha, para aterrorizarem qualquer adversario, foram uma sombra de eles mesmos..apoio incansavel, é verdade, uma enchente como há muito não se via? Tambem concordo..mas os Super Dragões necessitam d uma maior dinamização em termos de coreografias, faixas..algo que tão bem nos habituaram e que agora peca por escassa ou inexistente..Voces são sem duvida a melhor claque portuguesa, mas não adormeçam á sombra desse estatuto...Inovar e não só em cançoes..como foi o caso,é necessario.
Quanto ao Colectivo, superaram-se, coreografias fantasticas, apresentação de duas imagens gigantes que cativaram da curva norte à sul passando pelo adepto da central, receberam aplausos de pé, ganharam sem duvida a noite. Têm tudo para esgrimir argumentos à direcção para que no proximo ano tenham um .local de maior visibilidade, um apoio ainda maior em termos logisticos...Sinceramente?quem ganha e o clube, se tiver duas grandes claques do seu lado.
O proximo jogo no dragão é contra os eternos rivais, esperemos para ver o que estas duas claques nos oferecem..Super Dragões e Colectivo, não descam a fasquia que tambem voces habituaram o Estadio do Dragão, são parte do sucesso do clube, comportem-se como tal.
Saudações Ultra
Claques alinhadas, vozes mais ou menos afinadas, o apito surge, os primeiros cantigos tb..Curva Sul, habitação dos Super Dragões, enche-se, Ultras ou simples adeptos de "festa" coloriram a curva sul de azul e branco...No lado oposto temos o Colectivo, em menor numero e com menos condições, mas sempre Ultras. Contra todas estas adversidades apoiaram, e bem.
Do meu ponto de vista vou resumir o comportamento das duas claques...
Super Dragões, presentes em massa, com estofo para calar o estadio, para fazer tremer a espinha, para aterrorizarem qualquer adversario, foram uma sombra de eles mesmos..apoio incansavel, é verdade, uma enchente como há muito não se via? Tambem concordo..mas os Super Dragões necessitam d uma maior dinamização em termos de coreografias, faixas..algo que tão bem nos habituaram e que agora peca por escassa ou inexistente..Voces são sem duvida a melhor claque portuguesa, mas não adormeçam á sombra desse estatuto...Inovar e não só em cançoes..como foi o caso,é necessario.
Quanto ao Colectivo, superaram-se, coreografias fantasticas, apresentação de duas imagens gigantes que cativaram da curva norte à sul passando pelo adepto da central, receberam aplausos de pé, ganharam sem duvida a noite. Têm tudo para esgrimir argumentos à direcção para que no proximo ano tenham um .local de maior visibilidade, um apoio ainda maior em termos logisticos...Sinceramente?quem ganha e o clube, se tiver duas grandes claques do seu lado.
O proximo jogo no dragão é contra os eternos rivais, esperemos para ver o que estas duas claques nos oferecem..Super Dragões e Colectivo, não descam a fasquia que tambem voces habituaram o Estadio do Dragão, são parte do sucesso do clube, comportem-se como tal.
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quinta-feira, janeiro 03, 2008
A Claque Vencedora
Era um sonho, uma realidade distante, uma missão… Era o início de um projecto, de uma ideia, de um futuro!
As ideias eram claras. Apoiar o Futebol Clube do Porto, o nosso clube do coração. Fazer do futebol uma festa e nela participar dando todo o nosso apoio e todo o nosso amor.
Foi com estas palavras publicadas numa das suas fanzines que a claque Super Dragões legitimaram o seu surgimento e existência. São, pois, estes os objectivos que nortearam a fundação da claque Super Dragões a 30 de Novembro de1986. Não sintonizados com a dinâmica e a organização da claque denominada Dragões Azuis que, à época, apoiava o Futebol Clube do Porto, um conjunto de jovens optou pela via alternativa da formação de uma nova claque. Surgem assim, na Superior Sul do já saudoso Estádio das Antas, os Super Dragões. Tomando para seu nome o Dragão – entidade mítica e simbólica que encima o emblema do nosso grandioso clube – os fundadores da claque valorizaram a também a condição de todos os membros do grupo denominando-os como Super. Nesta condição, todos teriam então que apoiar sempre o Futebol Clube do Porto em qualquer circunstância, demonstrando uma dedicação ímpar ao clube e à missão dos Super Dragões.
Não obstante as dificuldades iniciais, resultantes dos parcos recursos financeiros para a compra dos materiais geralmente utilizados pelas claques no apoio aos clubes, os Super Dragões cresceram rapidamente. A sua espontaneidade no apoio ao Futebol Clube do Porto era também acompanhada por um grande dinamismo na angariação de novos membros, receitas e produção, muitas vezes praticamente artesanal, dos diversos materiais necessários para o incentivo à equipa e para as coreografias. Na sequência deste processo foi patente o grande aumento do número de membros da claque.
Este aumento foi regular, sendo muito favorecido pela atracção que os êxitos constantes do nosso clube no final da década de 80 e durante toda a década de 90 exerciam nos portistas mais jovens. A grande projecção internacional do Futebol Clube do Porto, sempre presente nas grandes competições europeias de clubes, possibilitou aos Super Dragões alguns contactos internacionais que permitiram a troca de informações e, consequentemente, um melhor conhecimento da forma como as grandes claques de outros clubes europeus apoiavam os clubes da sua predilecção. Isto proporcionou uma visível melhoria na forma como os Super Dragões incentivavam a equipa, não só nos cânticos entoados, mas sobretudo pela qualidade, colorido e dimensão das suas coreografias. Estas foram também uma forte atracção para novas adesões ao grupo.
Esta melhoria na qualidade global dos Super Dragões no apoio ao Futebol Clube do Porto e nas suas apresentações nas curvas dos estádios portugueses e europeus foi também acompanhada pela melhoria da qualidade e diversidade do material de uso pessoal que os Super Dragões passaram a disponibilizar aos seus membros. Criou-se assim um estilo próprio – uma linha absolutamente distinta pelas cores e imagens empregues – que, pela sua atracção, não se confinou aos estádios de futebol, sendo também visível no quotidiano.
Entretanto, os êxitos do clube em Portugal e na Europa continuaram a incentivar a adesão de novos Super Dragões que encontravam no seio deste grupo uma forma mais activa e vibrante de apoiar o clube, assim como uma organização com uma relevante dinâmica de mobilização para o apoio ao Futebol Clube do Porto em qualquer lado, em qualquer estádio.
A conjugação destes factores estabeleceu um processo e uma dinâmica que tornaram os Super Dragões, hoje, na melhor claque portuguesa e um grupo respeitado no panorama Ultra internacional. Passados 19 anos, os lemas que fundaram os Super Dragões continuam pertinentes no presente e no futuro. Porque o valor da nossa história não consiste apenas no nosso passado, mas sobretudo no que somos no presente e no que pretendemos construir para o futuro no apoio ao nosso tão querido Futebol Clube do Porto.
PORQUE SÓ OS MAIS FORTES SOBREVIVEM. NÓS SEREMOS ETERNOS.
RETIRADO DO SITE DOS SUPER DRAGOES
P A R A B E N S S U P E R D R A G O E S.
As ideias eram claras. Apoiar o Futebol Clube do Porto, o nosso clube do coração. Fazer do futebol uma festa e nela participar dando todo o nosso apoio e todo o nosso amor.
Foi com estas palavras publicadas numa das suas fanzines que a claque Super Dragões legitimaram o seu surgimento e existência. São, pois, estes os objectivos que nortearam a fundação da claque Super Dragões a 30 de Novembro de1986. Não sintonizados com a dinâmica e a organização da claque denominada Dragões Azuis que, à época, apoiava o Futebol Clube do Porto, um conjunto de jovens optou pela via alternativa da formação de uma nova claque. Surgem assim, na Superior Sul do já saudoso Estádio das Antas, os Super Dragões. Tomando para seu nome o Dragão – entidade mítica e simbólica que encima o emblema do nosso grandioso clube – os fundadores da claque valorizaram a também a condição de todos os membros do grupo denominando-os como Super. Nesta condição, todos teriam então que apoiar sempre o Futebol Clube do Porto em qualquer circunstância, demonstrando uma dedicação ímpar ao clube e à missão dos Super Dragões.
Não obstante as dificuldades iniciais, resultantes dos parcos recursos financeiros para a compra dos materiais geralmente utilizados pelas claques no apoio aos clubes, os Super Dragões cresceram rapidamente. A sua espontaneidade no apoio ao Futebol Clube do Porto era também acompanhada por um grande dinamismo na angariação de novos membros, receitas e produção, muitas vezes praticamente artesanal, dos diversos materiais necessários para o incentivo à equipa e para as coreografias. Na sequência deste processo foi patente o grande aumento do número de membros da claque.
Este aumento foi regular, sendo muito favorecido pela atracção que os êxitos constantes do nosso clube no final da década de 80 e durante toda a década de 90 exerciam nos portistas mais jovens. A grande projecção internacional do Futebol Clube do Porto, sempre presente nas grandes competições europeias de clubes, possibilitou aos Super Dragões alguns contactos internacionais que permitiram a troca de informações e, consequentemente, um melhor conhecimento da forma como as grandes claques de outros clubes europeus apoiavam os clubes da sua predilecção. Isto proporcionou uma visível melhoria na forma como os Super Dragões incentivavam a equipa, não só nos cânticos entoados, mas sobretudo pela qualidade, colorido e dimensão das suas coreografias. Estas foram também uma forte atracção para novas adesões ao grupo.
Esta melhoria na qualidade global dos Super Dragões no apoio ao Futebol Clube do Porto e nas suas apresentações nas curvas dos estádios portugueses e europeus foi também acompanhada pela melhoria da qualidade e diversidade do material de uso pessoal que os Super Dragões passaram a disponibilizar aos seus membros. Criou-se assim um estilo próprio – uma linha absolutamente distinta pelas cores e imagens empregues – que, pela sua atracção, não se confinou aos estádios de futebol, sendo também visível no quotidiano.
Entretanto, os êxitos do clube em Portugal e na Europa continuaram a incentivar a adesão de novos Super Dragões que encontravam no seio deste grupo uma forma mais activa e vibrante de apoiar o clube, assim como uma organização com uma relevante dinâmica de mobilização para o apoio ao Futebol Clube do Porto em qualquer lado, em qualquer estádio.
A conjugação destes factores estabeleceu um processo e uma dinâmica que tornaram os Super Dragões, hoje, na melhor claque portuguesa e um grupo respeitado no panorama Ultra internacional. Passados 19 anos, os lemas que fundaram os Super Dragões continuam pertinentes no presente e no futuro. Porque o valor da nossa história não consiste apenas no nosso passado, mas sobretudo no que somos no presente e no que pretendemos construir para o futuro no apoio ao nosso tão querido Futebol Clube do Porto.
PORQUE SÓ OS MAIS FORTES SOBREVIVEM. NÓS SEREMOS ETERNOS.
RETIRADO DO SITE DOS SUPER DRAGOES
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