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segunda-feira, agosto 25, 2008
Começa a redondinha...
Pois é aqui estamos num novo campeonato! Espera-se que mais competitivo, como tal, mais interessante, cativante...
Assistimos a boas assistencias em praticamente todos os recintos desportivos o que prespectiva um bom campeonato tambem fora das quatro linhas..
Na pré-temporada já assistimos a "casos" equipa Vs Ultras, veja-se a postura da Juve Leo e Directivo XXI face as declarações de João Moutinho, e a culpa é de quem!? Vamos lá reflectir meus senhores..quem tem responsabilidades como o João Moutinho tem que medir o que diz, comportou-se como uma vedeta que diz o que quer e espera ter sempre o seu lugar "cativo", ERRADO!
Do outro lado temos um Ricardo Quaresma com um pé fora e outro dentro das quatro linhas do dragão..e a sua postura!? Fechada, resguardado, só assim se protege, nota Positiva!
Nas curvas destaca-se desde já a postura dos Super Dragões, não sofrendo nenhuma renovação como se rumorava, nem tão pouco existindo outra claque como se chegou a conjecturar, vislumbra-se no entanto um crescente da Mentalitá Ultra, em muito graças ao Nucleo de Matosinhos e GATE 10, espera-se que esta Mentalitá Cresca ainda mais e torne nos Super Dragoes a claque que impunha respeito pelo apoio incessante e incondicional que nos habituou nas curvas desse mundo..
Em Vila do Conde um mar vermelho invadiu o estadio do Rio Ave, talvez dado o elevado numero de Imigrantes benfiquistas de ferias no norte, no entanto é um ponto positivo que gostamos de referenciar, pecam porem por pouco interventivos.
Lamenta-se dois casos, o primeiro a postura de Paulo Bento em dois momentos; a queixa a arbitragem e o que foi tornado publico entre ele e Vuckevic e Stojkovic..a posicção de paulo bento deve-se a atitude de a direcção tem pautado a sua actuação á imagem deste, isto tem um lado positivo e um lado negativo, positivo se paulo bento fosse um treinador com experiencia sufiente para ocupar um lugar de relevancia...não tem o tacto de um treinador de "direcção e formação de mentalidade de estar" no futebol de toda uma estrutura de um grande clube...
Por Fim, o caso mais grave, mas já esperado pelo Blogue, a tentativa de incendiar o autocarro do Sport Lisboa e Benfica, mais não se trata de uma resposta ao que aconteceu quando da final do campeonato de hoquei em lisboa...é lamentavel, mas esperado...Na proxima semana há classico Benfica - Porto, deseja-se que o espectaculo seja agradavel, tanto dentro como fora das quatro linhas e que nada mais que isso se verifique..
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domingo, junho 22, 2008
V-E-R-G-O-N-H-A
No dia em que o Futebol Clube do Porto se desloca a Lisboa,cenas chocantes se passam. Em plena luz do dia, aos olhos das autoridades que tanto se revoltam por não irmos em fila ordenada pela estrada e onde pisar o passeio dá lugar a uma ou outra bastonada, existem aqueles que atacam Autocarros de Ultras que fazem quilometros para ver o seu clube sagrar-se campeão nacional de Hoquei, pela setima vez consecutiva.
Em primeiro lugar vou dar valor aqueles que encaram o desporto como uma fruição e fazem dele um prazer. Aqueles que elevam a voz para apoiar e fazem desta uma, e unica, arma de ataque ao adversario.
Os Ultra do Futebol Clube do Porto presentes, em 3 dos quatro jogos desta final.
Em Fanzeres o apoio foi fenomenal, incessante, estonteante, sufocante, trabalharam com a equipa na conquista de mais um titulo. Em Fanzeres viveu-se um autentico inferno. Que o digam os jogadores do S.L.B que de tanto provocados, acabaram por cometer actos irreflectidos (Tó Silva deu uma sticada num adepto do F.C.P que se encontrava atrás do banco, admitindo no terceiro jogo da final que este tinha razão e fez questão de antes de iniciar o jogo pedir desculpa, acto que entre muitos errados deste jogador, se deve louvar).
Em Lisboa, no segundo jogo, lá estiveram ultras, mas ainda poucos, da parte da equipa da casa, o apoio foi praticamente nulo, pelo menos em termos de ultras organizados (valeram os adeptos anonimos que autonomamente iam apupando e apoiando aqui e ali). O jogo ia a meio, quando adeptos da equipa visitante se fizeram ouvir, eram poucos é certo, mas conseguiram acordar um pavilhão calado.
Realço e tristemente, não ver qualquer manifestação em prol do clube da Luz, tanto em casa como fora, penso que o Hoquei num clube como o Benfica merecia mais respeito e mais apoio.
Chegando ao jogo da Final, incrivel apoio azul e branco, foram mais um a combater, fizeram do pavilhão da luz, sua casa, apoiaram, empurraram a equipa, deram o estimulo moral que resulta em jogos memoraveis, que transforma um jogo numa conquista, num marco historico para o clube e para o Hoquei em Portugal. Os meus sinceros PARABENS!

Deparo-me agora com algo TRISTE, COBARDE, ANIMALESCO...
O autocarro que trouxe os Ultra para Lisboa foi incendiado. Daqui, tiro diversas ilações, e que gostaria de perceber se sou o unico a pensar da seguinte maneira...
1º Este acto terá sido perceptado por adeptos do Benfica, como facilmente será de associar..ou foi encomendado por alguem que usa fato e gravata?
2º Com que intuito o fizeram?Para que? Pq? As contratações por parte do F.C.P deram o mote?humm....e os adeptos viram para aqueles que deram as condições que o proprio clube não deu...se fosse no vosso clube?Viravam-se contra a vossa presidencia ou contra aquela que comprou?Penso que a resposta é obvia..
3º Como é incendiado um autocarro sem que ninguem veja quem foi? Onde estavam os Robocops?Jogo, possivelmente final, do campeonato, adeptos do Porto na capital, autocarro estacionado junto ao Estadio da Luz, e nada? Estranho não?
4º Os Diabos Vermelhos, No Name, estão Licenciados!?E continuam a ser claques? Com a conivencia de quem?
Por fim, quero agradecer aos espertinhos que fizeram este acto..obrigado, graças a voces as deslocações em camionetas vão ser mais dificeis de conseguir, os preços vão ser maiores,a policia vai estar mais atenta A.K.A vai cometer mais excessos, as deslocações de Ultras do Porto a Lisboa e vice-versa, vão ser ainda mais hostis, menos gente vai procurar os recintos desportivos, os meus sinceros agradecimentos...a vossa cobardia e pseudo inteligencia originou mais do que aquilo que pudiam estar a imaginar no vosso sonho mais elaborado,enfim mais uma vez andamos para trás quando já estavamos a evoluir.
Saudações a todos aqueles que fazem do mundo ultra um espectaculo e não um teatro de guerra!
Em primeiro lugar vou dar valor aqueles que encaram o desporto como uma fruição e fazem dele um prazer. Aqueles que elevam a voz para apoiar e fazem desta uma, e unica, arma de ataque ao adversario.
Os Ultra do Futebol Clube do Porto presentes, em 3 dos quatro jogos desta final.
Em Fanzeres o apoio foi fenomenal, incessante, estonteante, sufocante, trabalharam com a equipa na conquista de mais um titulo. Em Fanzeres viveu-se um autentico inferno. Que o digam os jogadores do S.L.B que de tanto provocados, acabaram por cometer actos irreflectidos (Tó Silva deu uma sticada num adepto do F.C.P que se encontrava atrás do banco, admitindo no terceiro jogo da final que este tinha razão e fez questão de antes de iniciar o jogo pedir desculpa, acto que entre muitos errados deste jogador, se deve louvar).
Em Lisboa, no segundo jogo, lá estiveram ultras, mas ainda poucos, da parte da equipa da casa, o apoio foi praticamente nulo, pelo menos em termos de ultras organizados (valeram os adeptos anonimos que autonomamente iam apupando e apoiando aqui e ali). O jogo ia a meio, quando adeptos da equipa visitante se fizeram ouvir, eram poucos é certo, mas conseguiram acordar um pavilhão calado.
Realço e tristemente, não ver qualquer manifestação em prol do clube da Luz, tanto em casa como fora, penso que o Hoquei num clube como o Benfica merecia mais respeito e mais apoio.
Chegando ao jogo da Final, incrivel apoio azul e branco, foram mais um a combater, fizeram do pavilhão da luz, sua casa, apoiaram, empurraram a equipa, deram o estimulo moral que resulta em jogos memoraveis, que transforma um jogo numa conquista, num marco historico para o clube e para o Hoquei em Portugal. Os meus sinceros PARABENS!

Deparo-me agora com algo TRISTE, COBARDE, ANIMALESCO...
O autocarro que trouxe os Ultra para Lisboa foi incendiado. Daqui, tiro diversas ilações, e que gostaria de perceber se sou o unico a pensar da seguinte maneira...
1º Este acto terá sido perceptado por adeptos do Benfica, como facilmente será de associar..ou foi encomendado por alguem que usa fato e gravata?
2º Com que intuito o fizeram?Para que? Pq? As contratações por parte do F.C.P deram o mote?humm....e os adeptos viram para aqueles que deram as condições que o proprio clube não deu...se fosse no vosso clube?Viravam-se contra a vossa presidencia ou contra aquela que comprou?Penso que a resposta é obvia..
3º Como é incendiado um autocarro sem que ninguem veja quem foi? Onde estavam os Robocops?Jogo, possivelmente final, do campeonato, adeptos do Porto na capital, autocarro estacionado junto ao Estadio da Luz, e nada? Estranho não?
4º Os Diabos Vermelhos, No Name, estão Licenciados!?E continuam a ser claques? Com a conivencia de quem?
Por fim, quero agradecer aos espertinhos que fizeram este acto..obrigado, graças a voces as deslocações em camionetas vão ser mais dificeis de conseguir, os preços vão ser maiores,a policia vai estar mais atenta A.K.A vai cometer mais excessos, as deslocações de Ultras do Porto a Lisboa e vice-versa, vão ser ainda mais hostis, menos gente vai procurar os recintos desportivos, os meus sinceros agradecimentos...a vossa cobardia e pseudo inteligencia originou mais do que aquilo que pudiam estar a imaginar no vosso sonho mais elaborado,enfim mais uma vez andamos para trás quando já estavamos a evoluir.
Saudações a todos aqueles que fazem do mundo ultra um espectaculo e não um teatro de guerra!
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quinta-feira, janeiro 03, 2008
A Claque Vencedora
Era um sonho, uma realidade distante, uma missão… Era o início de um projecto, de uma ideia, de um futuro!
As ideias eram claras. Apoiar o Futebol Clube do Porto, o nosso clube do coração. Fazer do futebol uma festa e nela participar dando todo o nosso apoio e todo o nosso amor.
Foi com estas palavras publicadas numa das suas fanzines que a claque Super Dragões legitimaram o seu surgimento e existência. São, pois, estes os objectivos que nortearam a fundação da claque Super Dragões a 30 de Novembro de1986. Não sintonizados com a dinâmica e a organização da claque denominada Dragões Azuis que, à época, apoiava o Futebol Clube do Porto, um conjunto de jovens optou pela via alternativa da formação de uma nova claque. Surgem assim, na Superior Sul do já saudoso Estádio das Antas, os Super Dragões. Tomando para seu nome o Dragão – entidade mítica e simbólica que encima o emblema do nosso grandioso clube – os fundadores da claque valorizaram a também a condição de todos os membros do grupo denominando-os como Super. Nesta condição, todos teriam então que apoiar sempre o Futebol Clube do Porto em qualquer circunstância, demonstrando uma dedicação ímpar ao clube e à missão dos Super Dragões.
Não obstante as dificuldades iniciais, resultantes dos parcos recursos financeiros para a compra dos materiais geralmente utilizados pelas claques no apoio aos clubes, os Super Dragões cresceram rapidamente. A sua espontaneidade no apoio ao Futebol Clube do Porto era também acompanhada por um grande dinamismo na angariação de novos membros, receitas e produção, muitas vezes praticamente artesanal, dos diversos materiais necessários para o incentivo à equipa e para as coreografias. Na sequência deste processo foi patente o grande aumento do número de membros da claque.
Este aumento foi regular, sendo muito favorecido pela atracção que os êxitos constantes do nosso clube no final da década de 80 e durante toda a década de 90 exerciam nos portistas mais jovens. A grande projecção internacional do Futebol Clube do Porto, sempre presente nas grandes competições europeias de clubes, possibilitou aos Super Dragões alguns contactos internacionais que permitiram a troca de informações e, consequentemente, um melhor conhecimento da forma como as grandes claques de outros clubes europeus apoiavam os clubes da sua predilecção. Isto proporcionou uma visível melhoria na forma como os Super Dragões incentivavam a equipa, não só nos cânticos entoados, mas sobretudo pela qualidade, colorido e dimensão das suas coreografias. Estas foram também uma forte atracção para novas adesões ao grupo.
Esta melhoria na qualidade global dos Super Dragões no apoio ao Futebol Clube do Porto e nas suas apresentações nas curvas dos estádios portugueses e europeus foi também acompanhada pela melhoria da qualidade e diversidade do material de uso pessoal que os Super Dragões passaram a disponibilizar aos seus membros. Criou-se assim um estilo próprio – uma linha absolutamente distinta pelas cores e imagens empregues – que, pela sua atracção, não se confinou aos estádios de futebol, sendo também visível no quotidiano.
Entretanto, os êxitos do clube em Portugal e na Europa continuaram a incentivar a adesão de novos Super Dragões que encontravam no seio deste grupo uma forma mais activa e vibrante de apoiar o clube, assim como uma organização com uma relevante dinâmica de mobilização para o apoio ao Futebol Clube do Porto em qualquer lado, em qualquer estádio.
A conjugação destes factores estabeleceu um processo e uma dinâmica que tornaram os Super Dragões, hoje, na melhor claque portuguesa e um grupo respeitado no panorama Ultra internacional. Passados 19 anos, os lemas que fundaram os Super Dragões continuam pertinentes no presente e no futuro. Porque o valor da nossa história não consiste apenas no nosso passado, mas sobretudo no que somos no presente e no que pretendemos construir para o futuro no apoio ao nosso tão querido Futebol Clube do Porto.
PORQUE SÓ OS MAIS FORTES SOBREVIVEM. NÓS SEREMOS ETERNOS.
RETIRADO DO SITE DOS SUPER DRAGOES
P A R A B E N S S U P E R D R A G O E S.
As ideias eram claras. Apoiar o Futebol Clube do Porto, o nosso clube do coração. Fazer do futebol uma festa e nela participar dando todo o nosso apoio e todo o nosso amor.
Foi com estas palavras publicadas numa das suas fanzines que a claque Super Dragões legitimaram o seu surgimento e existência. São, pois, estes os objectivos que nortearam a fundação da claque Super Dragões a 30 de Novembro de1986. Não sintonizados com a dinâmica e a organização da claque denominada Dragões Azuis que, à época, apoiava o Futebol Clube do Porto, um conjunto de jovens optou pela via alternativa da formação de uma nova claque. Surgem assim, na Superior Sul do já saudoso Estádio das Antas, os Super Dragões. Tomando para seu nome o Dragão – entidade mítica e simbólica que encima o emblema do nosso grandioso clube – os fundadores da claque valorizaram a também a condição de todos os membros do grupo denominando-os como Super. Nesta condição, todos teriam então que apoiar sempre o Futebol Clube do Porto em qualquer circunstância, demonstrando uma dedicação ímpar ao clube e à missão dos Super Dragões.
Não obstante as dificuldades iniciais, resultantes dos parcos recursos financeiros para a compra dos materiais geralmente utilizados pelas claques no apoio aos clubes, os Super Dragões cresceram rapidamente. A sua espontaneidade no apoio ao Futebol Clube do Porto era também acompanhada por um grande dinamismo na angariação de novos membros, receitas e produção, muitas vezes praticamente artesanal, dos diversos materiais necessários para o incentivo à equipa e para as coreografias. Na sequência deste processo foi patente o grande aumento do número de membros da claque.
Este aumento foi regular, sendo muito favorecido pela atracção que os êxitos constantes do nosso clube no final da década de 80 e durante toda a década de 90 exerciam nos portistas mais jovens. A grande projecção internacional do Futebol Clube do Porto, sempre presente nas grandes competições europeias de clubes, possibilitou aos Super Dragões alguns contactos internacionais que permitiram a troca de informações e, consequentemente, um melhor conhecimento da forma como as grandes claques de outros clubes europeus apoiavam os clubes da sua predilecção. Isto proporcionou uma visível melhoria na forma como os Super Dragões incentivavam a equipa, não só nos cânticos entoados, mas sobretudo pela qualidade, colorido e dimensão das suas coreografias. Estas foram também uma forte atracção para novas adesões ao grupo.
Esta melhoria na qualidade global dos Super Dragões no apoio ao Futebol Clube do Porto e nas suas apresentações nas curvas dos estádios portugueses e europeus foi também acompanhada pela melhoria da qualidade e diversidade do material de uso pessoal que os Super Dragões passaram a disponibilizar aos seus membros. Criou-se assim um estilo próprio – uma linha absolutamente distinta pelas cores e imagens empregues – que, pela sua atracção, não se confinou aos estádios de futebol, sendo também visível no quotidiano.
Entretanto, os êxitos do clube em Portugal e na Europa continuaram a incentivar a adesão de novos Super Dragões que encontravam no seio deste grupo uma forma mais activa e vibrante de apoiar o clube, assim como uma organização com uma relevante dinâmica de mobilização para o apoio ao Futebol Clube do Porto em qualquer lado, em qualquer estádio.
A conjugação destes factores estabeleceu um processo e uma dinâmica que tornaram os Super Dragões, hoje, na melhor claque portuguesa e um grupo respeitado no panorama Ultra internacional. Passados 19 anos, os lemas que fundaram os Super Dragões continuam pertinentes no presente e no futuro. Porque o valor da nossa história não consiste apenas no nosso passado, mas sobretudo no que somos no presente e no que pretendemos construir para o futuro no apoio ao nosso tão querido Futebol Clube do Porto.
PORQUE SÓ OS MAIS FORTES SOBREVIVEM. NÓS SEREMOS ETERNOS.
RETIRADO DO SITE DOS SUPER DRAGOES
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terça-feira, dezembro 11, 2007
Sporting ameaça membros da Juventude Leonina com expulsão.
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O Sporting poderá pedir ao Conselho Fiscal a expulsão dos responsaveis pelpos incidentes após o jogo para a Taça de Portugal Sporting-Louletano.
Segundo o Jornal Record, Sporting ja identificou os elementos da Juventude Leonina que dizem ser responsaveis pelos actos de violência fisica e verbal contra Soares Franco e alguns jogadores da equipa principal. Mario Patricio, vice-presidente com o Pelouro da Juventude, mostrou o seu desagrado relativamente aos incidentes ocorridos no ultimo sabado : "Todos os sócios têm o direito ao protesto e á indignaçao, mas sempre dentro das regras e civilidade" . O vice-presidente diz-se tambem supreendido pela negativa pois "nada fazia prever este tipo de atitude" , "A direcção sempre ajudou as claques organizadas do Sporting. Desde que encetámos o processo de legalização, menos razões existiam par este comportamento".
Mario Patrício vai mais longe. "Os responsáveis estao identificados.Lamentamos o que se passou e não deixaremos de agir". Sublinha ainda que "o protocolo de apoio a esta claque está suspenso devido á não conclusão do processo da sua legalização. Eles tambem sabem que só quando a sua situação estiver totalmente regularizada com o Conselho Nacional contra a Violencia no Desporto (CNVD), é que poderão recurar o seu lugar à mesa das reuniões regulares qua a direcção do Sporting mantêm com as duas outras claques."
Que esperar da direcção leonina?
Expulsar uns dos melhores adeptos Sportinguistas?
Expulsar uns dos maiores Supporters que o Clube tem?
Expulsar membros da direcção da primeira claque fundada em Portugal por manifestarem o seu desagrado? Algum excesso, mas ser Ultra é isso mesmo. Ultra significa (entre muitas outras coisas) EXCESSO.
Encerrar a Sede e o Armazem do material da Juve Leo como retaliação? Atitude anteriormente utilizada por Mario Dias relativamente aos Diabos Vermelhos e No Name Boys..
" Os dirigentes passam, a Juve Leo fica" .
Sporting SAD , Clubes de Portugal: Respeito pelos Ultras.
Orgulhosamente Ultra.
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