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quinta-feira, junho 12, 2008

SILÊNCIO ENSURDECEDOR!




Ora bem..desde já peço desculpa pelo tempo que este blogue esteve parado..Realmente "mea culpa", no entanto não deixei de estar atento ao mundo ultra.

Neste momento, vespera de decisão de importante veridicto que ditará finalmente (ou não) o futuro do F.C.Porto na Champions ..e sinceramente..assisto atónito á passividade do F.C.P e especialmente dos ULTRAS deste clube em todo este assunto...
Recuando ao tempo em que não havia claques organizadas...O Porto já assistiu a movimentos em Prol deste que fazem parte dos aneis da historia que em muito o dignificam..

A 20 de Outubro de 1949 é entregue ao Clube o Troféu Comemorativo da Vitória, em 1948, sobre o Arsenal de Londres. Esse troféu, oferecido pelos sócios e adeptos do F.C.P., pesa cerca de 300 Kg, tem 130 Kg de prata e uma altura de 2,80 metros.

Manifestações como esta provam que o Porto e a Cidade são um SÓ! Independentemente de quem dirige os dois, o PORTO (clube e cidade) é muito mais, é superior! E COMO MUITO MAIS! Era de esperar uma maior união contra tudo e todos que ousam desafiar a nossa Posição, conquistada dentro de campo! É INADMISSIVEL..É EXTEMPORANEO, é UMA ATITUDE COBARDE, basear alegações, como o faz o Sport Lisboa e Benfica em "recortes de imprensa", imprensa essa que é diariamente influenciada pelos ditames da direcção do supra citado Slb, é de um total desespero!

O que eu gostava? Espero!? ESPERAVA!? Da minha cidade, do meu clube, da minha claque, dos meus companheiros de bancada, daqueles que como eu fazem do F.C.P algo que é ponteiro das nossas vidas? EM MASSA, MANIFESTAR O NOSSO APOIO A TODA A DIRECÇÃO, JOGADORES, ESTRUTURA DO FCP por tudo o que nos deram, por tudo o que nos proporcionaram, por tudo o que nos fizeram sonhar, por todas as lagrimas de alegria de tristeza que fizeram derramar, por todos os abraços na superior,central, arquibancada que originaram, por todas as noites de insonias em vesperas de grandes jogos e noites de festejos a seguir, por todos os quilometros que fizemos por Portugal, pela Europa, pelo Mundo! POR ORGULHAREM-ME DE DIZER QUE SOU DO PORTO!


EU ESTOU COM VOCES, SUPERDRAGÕES, COLECTIVO, ASSOCIADO, ADEPTO ANONIMO, SIMPLES PORTUENSE !! VAMOS LEVAR AS RUAS AQUILO QUE NOS FAZ SER MAIS E MELHORES! A NOSSA GARRA, RAÇA, VONTADE E FERVOR PELO NOSSO CLUBE PELA NOSSA CIDADE!

"Por mais que nos esquecam, nos havemos de mostrar que daqui nasceu portugal e daqui hade continuar a ser o Baloarte numero um da naçao que todos amamos, do norte esquecido, do norte perfeitamente hostilizado!" - Pinto da Costa

FORÇA PORTO!!! CONNOSCO QUEM QUER, CONTRA NOS QUEM PODE!

"Quando alguem se atrever a sofucar
O grito audaz da tua ardente voz
Oohh porto então verás vibrar
A multidão num grito só de todos nos" - O meu, o teu, o nosso HINO!



Finalizando quero só aqui deixar o Link para uma Petição que, dirigida ao Presidente do Conselho de Administração da Sociedade Anónima Desportiva do Futebol Clube do Porto, demonstra a revolta de todos aqueles que se sentem insultados pelos constantes ataques da imprensa ao NOSSO CLUBE!

http://www.petitiononline.com/dragao07/petition.html

PS: Desculpem aqueles que vem a este blog não pelo Porto mas por todo o universo ultra, mas e algo que se estivessem no meu lugar entendiam...

terça-feira, janeiro 08, 2008

Onde nasceu a ideia de Registar as Claques?!?!


Tudo foi desencadeado por Hermínio Loureiro, presidente da Liga (LPFP), quando deu o mote, dias depois do classico Porto- Benfica e dos incidentes deste em 1 de abril de 2007, "decretando" a "tolerância zero" para as claques, e fazendo eco de legislação já existente pediu o seu registo.

Conselho Nacional contra a Violência no Desporto (CNVD) foi por aí e no seu seio conseguiu o que parece ser um compromisso histórico entre a Liga, os três "grandes" e o Boavista para legalizarem as claques até ao início da epoca 2007 - 2008

Muitos sustentam que os incidentes do classico foram a gota de agua, e crivel que toda a base para o "pressinG" da legalização tenha nascido de uma forte critica vinculada pelos orgãos de comunicação social o envolvimento de relatorios policiais que davam conta de relações estreitissimas entre claques e grupos neonazis, nomeadamente a Portugal Hammerskin. Se a imagem pública das claques já não é consensual..depois de sofrer esta "machadada" forte só originou maior rebuliço.


Uma "má imagem" de que as claques se esforçam por se demarcar, sem no entanto conseguir esbater completamente a auréola de violência, mesmo que sem o triste historial de "hooligans" ingleses, holandeses ou italianos.

Em Portugal não houve Heysel nem o Palermo-Catania, mas ainda não passou a recordação do very-light lançado da bancada do Benfica sobre a do Sporting, na final da Taça de 1996.

Desde então que as coisas mudaram um pouco, é certo. Avançou- se em termos legislativos logo em 1998 e sobretudo em vésperas do Euro2004, construindo as bases legais que a CNVD agora quer ver aplicadas.

Quanto à Polícia de Segurança Pública, foi melhorando o seu modo de operar com as claques e praticamente trocou as cargas policias pela acção dos "spotters", a funcionar no meio dos adeptos, impedindo na medida do possível os "rastilhos" de confrontos.

O elogio de um dirigente "Torcida Verde", do Sporting é assim insuspeito: os "spotters" são por estes dias a única coisa visível da lei e evitam o que seria uma "guerra civil" nos estádios.

Há anos que o Sporting cortou com o apoio às suas claques, no que é a posição mais radical entre os clubes grandes, enquanto que no Benfica os privilégios passavam, nomeadamente, pela cedência de instalações - mas não no estádio. Agora nem autorizam faixas, estandartes ou qualquer tipo de apoio..denominado de Claque..ABSOLUTAMENTE RIDICULO.

No Futebol Clube do Porto, o apoio é inequivoco..embora este cenario não tenha sido sempre assim, relembro os acontecimentos posteriores aos eventos relacionados com Co. Adrianse

Ignoradas, toleradas ou mal-amadas, nem por isso deixam de existir, e de serem essenciais ao futebol, que "precisa delas para consolidação das suas características de espectáculo e de espaço de criação de mitos e semideuses", como aponta Manuel Sérgio, professor e filósofo do Desporto.

As visões de futuro são muitas, e variadas, não passando, para o antropólogo Daniel Seabra, pelo actual estado de "divórcio", ou quase, entre clubes e claques.

"Deixando de ser apoiadas pelo clubes, que precisam do seu incentivo às equipas, ficam vulneráveis a perversas influências externas, como por exemplo a grupos radicais de extrema direita", argumenta Seabra, que até advoga o pagamento de ordenados aos responsáveis das claques.

Os tempos poderão, de facto, ser de mudança, se claques, clubes, liga e tutela política - que promete novidades, por via da regulamentação da lei de bases - avançarem no sentido da legalização.


Realmente...como a foto mostra..deve ser mt mais emocionante e galvanizante para uma equipa jogar...


Saudações Ultra!

quinta-feira, janeiro 03, 2008

A Claque Vencedora

Era um sonho, uma realidade distante, uma missão… Era o início de um projecto, de uma ideia, de um futuro!





As ideias eram claras. Apoiar o Futebol Clube do Porto, o nosso clube do coração. Fazer do futebol uma festa e nela participar dando todo o nosso apoio e todo o nosso amor.





Foi com estas palavras publicadas numa das suas fanzines que a claque Super Dragões legitimaram o seu surgimento e existência. São, pois, estes os objectivos que nortearam a fundação da claque Super Dragões a 30 de Novembro de1986. Não sintonizados com a dinâmica e a organização da claque denominada Dragões Azuis que, à época, apoiava o Futebol Clube do Porto, um conjunto de jovens optou pela via alternativa da formação de uma nova claque. Surgem assim, na Superior Sul do já saudoso Estádio das Antas, os Super Dragões. Tomando para seu nome o Dragão – entidade mítica e simbólica que encima o emblema do nosso grandioso clube – os fundadores da claque valorizaram a também a condição de todos os membros do grupo denominando-os como Super. Nesta condição, todos teriam então que apoiar sempre o Futebol Clube do Porto em qualquer circunstância, demonstrando uma dedicação ímpar ao clube e à missão dos Super Dragões.



Não obstante as dificuldades iniciais, resultantes dos parcos recursos financeiros para a compra dos materiais geralmente utilizados pelas claques no apoio aos clubes, os Super Dragões cresceram rapidamente. A sua espontaneidade no apoio ao Futebol Clube do Porto era também acompanhada por um grande dinamismo na angariação de novos membros, receitas e produção, muitas vezes praticamente artesanal, dos diversos materiais necessários para o incentivo à equipa e para as coreografias. Na sequência deste processo foi patente o grande aumento do número de membros da claque.


Este aumento foi regular, sendo muito favorecido pela atracção que os êxitos constantes do nosso clube no final da década de 80 e durante toda a década de 90 exerciam nos portistas mais jovens. A grande projecção internacional do Futebol Clube do Porto, sempre presente nas grandes competições europeias de clubes, possibilitou aos Super Dragões alguns contactos internacionais que permitiram a troca de informações e, consequentemente, um melhor conhecimento da forma como as grandes claques de outros clubes europeus apoiavam os clubes da sua predilecção. Isto proporcionou uma visível melhoria na forma como os Super Dragões incentivavam a equipa, não só nos cânticos entoados, mas sobretudo pela qualidade, colorido e dimensão das suas coreografias. Estas foram também uma forte atracção para novas adesões ao grupo.


Esta melhoria na qualidade global dos Super Dragões no apoio ao Futebol Clube do Porto e nas suas apresentações nas curvas dos estádios portugueses e europeus foi também acompanhada pela melhoria da qualidade e diversidade do material de uso pessoal que os Super Dragões passaram a disponibilizar aos seus membros. Criou-se assim um estilo próprio – uma linha absolutamente distinta pelas cores e imagens empregues – que, pela sua atracção, não se confinou aos estádios de futebol, sendo também visível no quotidiano.


Entretanto, os êxitos do clube em Portugal e na Europa continuaram a incentivar a adesão de novos Super Dragões que encontravam no seio deste grupo uma forma mais activa e vibrante de apoiar o clube, assim como uma organização com uma relevante dinâmica de mobilização para o apoio ao Futebol Clube do Porto em qualquer lado, em qualquer estádio.


A conjugação destes factores estabeleceu um processo e uma dinâmica que tornaram os Super Dragões, hoje, na melhor claque portuguesa e um grupo respeitado no panorama Ultra internacional. Passados 19 anos, os lemas que fundaram os Super Dragões continuam pertinentes no presente e no futuro. Porque o valor da nossa história não consiste apenas no nosso passado, mas sobretudo no que somos no presente e no que pretendemos construir para o futuro no apoio ao nosso tão querido Futebol Clube do Porto.



PORQUE SÓ OS MAIS FORTES SOBREVIVEM. NÓS SEREMOS ETERNOS.



RETIRADO DO SITE DOS SUPER DRAGOES



P A R A B E N S S U P E R D R A G O E S.